07 maio 2008

O que é jornalismo? É possível entender através dos gêneros.

Lançamento do mais novo livro, Livraria Martins Fontes, SP
Numa agradável e simpática tarde de sábado (último dia 26 de abril), o professor José Marques de Melo, maior referência brasileira quando se trata de "gêneros jornalísticos", nos recebeu para uma entrevista, que se mostrou um diálogo acadêmico de revelações. Não só sobre questões do conceito de "gênero", mas também sobre o campo da comunicação e do jornalismo. Eu diria até, de afirmações polêmicas, e, por isso, muito produtivas para a academia brasileira.

Quanto ao gêneros
Funcionalista, o professor faz três afirmações importantes: uma, que é possível entender jornalismo através dos gêneros; segunda, o critério de "lei interna", como em Aristóteles, é, para Marques de Melo, o que rege o gênero e este critério não está em oposição ao de função - pelo contrário, são complementares; e, terceira, o gênero encarna o processo comunicativo. Das três, conforme fica claro mais abaixo, só discordamos da segunda.


Informação X Opinião

Mais um ponto a destacar: o professor acredita que o paradigma Informação X Opinião é verdadeiro. Marques de Melo não concorda com Manuel Chaparro e justifica. "(...) Manuel Chaparro trocou 6 por meia dúzia. (....) Ele deu uma boa contribuição. Mas, ele foi ao van Dijk e chegou à mesma conclusão que nós chegamos". Leia, contextualizado.


Uma classificação a cada novo artigo

Por que cada novo artigo sobre gênero jornalístico faz-se uma nova classificação? A resposta do professor Marques de Melo é importante: "- Porque, na verdade, não há preocupação com acumulação. Muitas vezes, as pessoas estão interessadas em fincar sua bandeira. (...) eu não tenho classificação. Minha classificação é cumulativa. (...) Basicamente, a minha classificação é do Luiz Beltrão, com algumas adptações. Não tenho classificação minha."


Quanto ao campo do jornalismo
"O campo do jornalismo está desaparecendo". Nesse momento, deu um frio na espinha, e perguntamos de novo: "- Está desaparecendo?". Ele confirma: "-Esstá desaparecendo". Peguntamos: "- Não está reaparecendo?". Ele explica sua afirmação: a SBPJor e o FNPJ seriam uma reação que daria resultado em 10 a 20 anos, mas a a formação do pesquisador brasileiro é que seria o nó da questão. "Não somos filhos da comunicação, somos filhos das ciências sociais".

Marques de Melo critica a
falta de rigor da pesquisa em jornalismo, sem a observação necessária: "(...) Nós damos opinião, nós achamos, mas não se pesquissa quase nada. (...)". Entra nesse mesma crítica a Análise do Discurso. Ele afirma: "(...) a AD prova o que quer".

Trechos importantes como os citados acima estão também em áudio. Como estamos em um blog e a entrevista está longa, resolvemos dividi-la em duas grandes partes. A segunda será publicada na próxima terça-feira, dia 20 de maio.

Nesta primeira parte da entrevista, estão os temas: "noção de gênero", classificação, teorização. Embora esse espaço seja verticalizado, transcrevemos na íntegra, pois acreditamos que, mais do que uma entrevista, essa conversa se constitui em um documento. Afinal, estamos no blog de uma tese sobre gêneros jornalísticos.



TERMO/NOÇÃO DE GÊNERO

Muito já se escreveu sobre a função da noção de gênero para o jornalismo, prática e ensino. Com as novas mídias, a proliferação de novos formatos, produtos híbridos, multimídiáticos, interativos, se configurou um ambiente totalmente anacrônico para a noção de gênero. Mas, exatamente por isso, a noção ganha cada vez mais força. O senhor acredita que gênero, além de noção prática constitui um conceito de fundamentação do jornalismo?

Sem dúvida. O jornalismo se caracteriza por ser uma atividade de informação no sentido de atender a curiosidade do ser humano de saber o que está acontecendo ao seu redor e ele quer duas, de forma geral, duas coisas: estar informado e valorar a informação. Essa divisão entre informação e opinião está na essência da curiosidade humana. Você quer conhecer, você quer julgar. Quando Aristóteles faz a divisão do gênero literário depois foi transposta para o jornalístico...no Quintiliano, século I depois de Cristo, quando formula sua estrutura do discurso, já vai encontrar essa divisão estratificada. Vai encontrar no século XVII exatamente o reconhecimento dessa divisão, que depois o jornalismo inglês vai legitimar, a diferença entre news and comments.
Essa estrutura permanece básica até hoje, não se alterou. O que houve, na verdade, foi o surgimento de novos gêneros, que atendem a novas funções. O gênero é funcional. Durante muito tempo, se informava e se opinava, e a partir do século XX, passamos a ter algumas variações, depois da segunda guerra mundial, passamos a ter a necessidade de interpretar - interpretar no sentido de explicar, educar. Recentemente, dois novos gêneros adquiriram autonomia: o gênero diversional, com a segunda metade do século XX com a predominância do entretenimento da mídia, o jornalismo teve que se alterar, introduzir estruturas de informação, que informa divertindo, informa dando prazer. E agora na passagem desse século, o jornalismo utilitário. Temos toda uma série de informações que já estavam presentes no século XVIII, mas que agora se tornam essenciais porque as pessoas vêem jornal para tomar decisão. Vejo, na verdade, a existência de 5 gêneros que são autônomos, mas se hibridizam.


Cinco gêneros jornalísticos?
Cinco gêneros: o gênero informativo, opinativo, interpretativo, diversional e utilitário. Nos anos 80, a pesquisa que fiz só me indicou a predominância de informativo e opinativo. A maioria do pessoal lia, dizendo que eu acho que só existem 2 gêneros. Não é isso, eu identifiquei somente dois gêneros na imprensa diária. De lá pra cá, eu venho pesquisando a cada 5 anos e fui encontrando evidências de que outros gêneros foram surgindo. O gênero interpretativo que teve uma vigência muito forte nos anos 60 e 70, desapareceu nos anos 80, voltou nos 90 e agora está se desenvolvendo muito.

Então, o senhor não concordaria com o Manuel Chaparro...

Não, não..

Porquê?

Não concordo, porque o Manuel Chaparro, que foi meu aluno, trocou 6 por meia dúzia. Ele na verdade adotou um dos meus fundamentos, uma das minhas fontes...trabalhei com Martinez Albertos, em Madri...aliás, já depois que eu vinha trabalhando com gênero que vim a trabalhar com ele. Ele adotou aquela classificação, que eu acho que tem alguma validade. Inclusive hoje, quando eu analiso gênero, estabeleço uma divisão de formatos e tipos. Cada gênero tem alguns formatos e a variação dele é o tipo. Eu disse a Chaparro agora, quando ele lançou seu livro [refere-se ao "Sotaques D'aquém e d'além mar. Travessias para uma nova teoria de gêneros jornalísticos"]...disse a ele: “- Você trocou 6 por meia dúzia”. É basicamente a mesma coisa que eu vinha dizendo antes. Ele deu uma boa contribuição. Mas, ele foi ao Van Dijk e chegou à mesma conclusão que nós chegamos.

O que seria interpretativo, como conceito, na sua visão?
Explicativo, educativo. Está no Hohenberg [John Hohenberg, "The professional journalist"]. Em inglês, significa explicar, educar, esclarecer. Em língua portuguesa, interpretar e opinar têm o mesmo sentido. Muita gente quando fala do interpretativo, entende como valoração.

Interpretativo está ligado ao sentido interpretação?
Não. Em português, interpretação significa valoração. Interpretação e opinião é a mesma coisa. Foi uma tradução mal feita. Quando começaram a circular os textos dos teóricos do jornalismo interpretativo dos EUA, deveria ter sido traduzido por jornalismo explicativo ou jornalismo educativo e foram traduzidos literalmente.

A reportagem estaria no gêneros interpretativos...
No gênero informativo. A reportagem continua o gênero informativo por excelência. Antes, como fez o Luiz Beltrão, se colocava a reportagem dentro de interpretativo... Luiz Beltrão, nesse momento, não visualizou bem. Ele viu a ponta do iceberg. Fez aquele belo estudo dele sobre o Jornal da Tarde. Mas depois a reportagem voltou a ser sempre o que foi. Passou a ter história de interesse humano, passou a ter análise, a ter cronologia, aqueles formatos que configuram interpretativo. Que o Jornal do Brasil fez com muita competência.

Se o gênero é funcional e teríamos essas 5 funções, podemos dizer que a função básica do opinativo seria opinar ou poderíamos dizer que a única função seria opinar?
As funções não são exclusivas. Tem a função básica. Por exemplo, você pega a classificação de Bakhtin. Foi o maior classificador funcional que eu conheço. Está explícito lá. Eu até me surpreendo, às vezes, que muitos autores citam Bakhtin sem ter lido o texto original dele sobre a questão dos gêneros, porque não foi traduzido aqui no Brasil.

Qual é o texto original?
O texto original é o Gêneros e outros ensaios ["Speech genres and the others lates essays"], uma edição feita na Universidade do Texas. Lá no Texas, quando me deparei com ele, fique fascinado.
[pausa] Eu gostaria de finalizar a questão de função. Estou trabalhando com as funções básicas que estão no Laswell, no Charles Wrigth, e nos autores que vêm interpretando depois. Funções como vigilância, informação cotidiana que corresponde a informar, formar, persuadir, investir.

Podemos falar dessas funções como universais ou brasileiras?
São universais.

Teríamos em qualquer imprensa, brasileira, norte-americana, francesa.
Sim, eu defendo a tese de que os gêneros são nacionais. Estamos chegando ao momento em que vamos ter uma classificação universal do gênero. Mas esse universal será um classificação imperialista. Será imposição dos modelos americanos. Os Estados Unidos invadiram tudo. O jornalismo francês era outro, o inglês, ainda assim, continua havendo identidade.

Você não vê uma diferença entre o jornalismo francês e o norte-americano?
Ainda existe, mas está desaparecendo. Cada vez mais o jornalismo francês está incorporando o padrão americano. A imprensa francesa ainda é uma imprensa com muita personalidade.

Comparando os formatos, há uma grande diferença..
Você esteve lá, você deve ter lido. Você percebe que esses jornais ainda têm um pouco de identidade. Você vê os jornais do metrô? Eles incorporam a pasteurização americana.

Sim, os gratuitos.


CLASSIFICAR = TEORIZAR?

Na sua opinião, classificar é teorizar?
Classificar significa reconhecer o conhecimento bruto. O que é teoria? Teoria é o refinamento da prática. Observa-se empiricamente como se dão os fenômenos sociais e a partir dessa observação, vai formulando modelos paradigmas. Estou entre o Bourdieu [Pierre Boudieu] e o Khun [Thomas Khun]. As classificações são uma espécie de cartografia, reconhecimento do terreno. Sinceramente, você não pode teorizar, teorização vem depois. Classificação é importante do ponto de vista do aprendizado, da transmissão da experiência.

Seria como um primeiro passo para teorizar?
Tem classificação do passado que já foi teorizada, mudanças que vão incorporando o novo.

Poderíamos dizer também que, no caso do jornalismo, classificar é um critério para o mercado?
Sem dúvida. O que governa o mercado é a classificação. Não é explícita. Nos manuais de redação, não se encontra essa especificação de gêneros. Pegue o Manual da Folha de S.Paulo, quase não aparecem os gêneros ali. Mas se vai observar como a redação funciona, o gênero está implícito.

Implícito para produzir?
Na produção.

Quando um editor pede: -“faça uma reportagem”...

Você vai fazer reportagem, se for um editorial, vai jogar na cesta do lixo. Então, esta noção é uma noção difusa. Chamei o Carlos Lins da Silva para integrar uma banca e ele foi mais rigoroso do que eu. Talvez porque ele esteja mais próximo dessa rotina do que eu, eu só observo de longe.

Não há consenso sobre as classificações...
Precisamos avançar nisso, para ter bom senso entre os pesquisadores. Enquanto não classifica e não conceitua direitinho, fica naquela geléia geral. Esse é um problema seríssimo.

A taxonomia seria um primeiro momento, para depois haver a conceituação...ou estariam juntas?
Eu acho que estão juntos. É aquela história. Quem vem primeiro, o ovo ou a galinha. O que eu percebo hoje é uma resistência de classificar, conceituar. Quando coloca as estruturas as pessoas se sentem sufocadas..

Seria uma resistência de um momento paradigmático científico, talvez?
No Brasil. Na França, com todos os problemas que tem na área de humana, é uma sociedade bem organizada. Não tem muita discrepância. Coisas essenciais têm nomenclaturas definidas. Faz parte da cultura francesa.

Eu te perguntaria sobre a força da cultura no gênero. Como você pensaria isso?

Não quero me aprofundar, porque não tenho estudado isso. É uma questão antropológica. Eu defendo isso na minha tese de livre docência. O gênero continua sendo um território nacional. Muitas vezes, tem especificidades regionais.

Dentro do próprio país...

Dentro do próprio país. No caso do Brasil, eu me surpreendo...antigamente, se fazia o pinga pinga de São Paulo até o Maranhão...cada aeroporto que passava, entregava o jornal local. Me supreendia com o que você chama de anacronismo. Certas coisas que se tornam anacrônicas estão absolutamente vigentes, em termos de linguagem jornalística de gêneros. O suelto que se praticou muito aqui. A crônica que desapareceu aqui, está presente no Maranhão, no Pará.

Este trabalho que o senhor orientou sobre imprensa regional [dissertação que Lailton Costa acaba de defender sobre gêneros na imprensa regional], chegou a que conclusões?

Confirmou a minha classificação quase total e identificou coisas novas. O que me supreendeu.

Como, por exemplo?

Basicamente, as dificuldades estão no gênero utilitário. Acho que ele vai dar boas contribuições. Por exemplo, o necrológico. Encontrou algumas diferenciações nos jornais brasileiros. E o perfil. Muitas vezes, vai na Veja, IstoÉ e Época, não consegue estabelecer essa diferenciação entre um e outro. Em breve estará na internet.

A gente poderia falar que o formato pode ou não chegar ao status de gênero?

Pode. O utilitário foi muitos anos parte do informativo. Muitas informações utilitárias estavam na notícia, e agora estão se despregando da notícia.

Na internet, existem muitos formatos que se tornam ao não gênero. Alguns formatos aparecem e acabam, outros institucionalizam e viram gêneros.

Acho que sim. Precisa se observar isso no tempo, porque, às vezes, eles iludem.

Alguns ficam, se institucionalizam...

Mas, às vezes, não é gênero. Às vezes é um formato que está surgindo dentro de um outro gênero.

Da próxima questão, ao final deste trecho temático

Isso que eu gostaria de entender melhor...confesso que, pra mim, essa divisão é complicada, entre formato, tipo e gênero. Muita gente fala de subgênero.
Eu diria o seguinte: formato é um subgênero.

E o tipo?
Um subformato.

Pensando no gênero opinativo. Podemos comparar um editorial e um artigo. O editorial e o artigo seriam dois formatos.
Dois formatos.

Teríamos tipos de editoriais e tipos de artigos.
Tipos de editoriais e tipos de artigos. E já alguns estudos que classificam em subtipos. Ana Maria Fadul chama de espécie.

Na verdade, é a tentativa de fazer uma árvore.

Uma árvore. Eu venho trabalhando entre a arte e a ciência. Eu venho trabalhando com Aristóteles e com a classificação científica da biologia.

O meu problema com a classificação da biologia, é o critério que fundamenta: todos os elementos que vão ser classificados têm uma lei interna. Esse critério é um critério que foi suplantado, na minha opinião.

Você está certa. Eu é que não concordo que foi superado. Um ponto de vista da teoria do discurso. Você citou Lorenzo Gomis , Lorenzo Gomis foi meu colega de Barcelona. Falávamos muito sobre todas essas coisas. Ele estava numa concepção mais estética, filosófica do gênero. Não vejo muita discrepância entre o que ele fazia e o que eu faço.

Então, o senhor acredita neste critério como critério-chave..

Não exclusivo, acho que é válido, mas acho que tem que combinar as duas coisas. Quem já tinha feito isso foi Quintiliano, que, na verdade, é o nosso sustentáculo maior para estudar essas classificações no mundo da comunicação.

Não seria contraditório pensar em dois critérios como função e lei interna?

A lei interna tem a ver como função. Ela não é completamente despida da função. Essa lei interna é vista como desempenho do fenômeno no organismo social.

Complexo, não?

Muito complexo, sobretudo para quem não tem formação científica como eu. Reconheço minhas deficiências. Eu precisaria estudar muito mais.

Uma questão muito importante...não sei se o senhor leu alguma coisa no blog...

Eu li..você está numa fase...vejo que você avança, depois retrocede de novo...é assim mesmo. Ninguém pode considerar que petrificou.

Imagina uma questão dessas...

Imagina com Luiz Beltrão, como ele brigava comigo e eu com ele. Ele era uma pessoa fabulosa nesse sentido. Ele dizia o seguinte: “- Você precisa me convencer que eu estou errado”. Muitas vezes eu não conseguia convencê-lo. Quando eu convencia, ele dava a mão à palmatória. Não só eu, os discípulos todos. Pena que ele morreu cedo e...como ele estudava muita coisa, essas questões do jornalismo ele abandonou um pouco na última fase dele.

(...)

Na segunda parte da entrevista, o professor José Marques de Melo analisa a relação entre gênero e mídia, reafirma o paradigma Informação X Opinião, critica os campos de jornalismo e da comunicação, sugere os livros imprescindíveis para se estudar "gênero jornalístico". Na próxima terça. Anote!

7 comentários:

Jan 07:11  

parabéns pela entrevista, lia! bem boa de ler...fico esperando a 2a. parte...

Lia Seixas 15:24  

Oi, Jan, obrigada! Grande beijo.

Yuri Almeida 17:27  

Parabéns pela entrevista, Lia. Estou a pesquisar a noticiabilidade no jornalismo colaborativo, tive algumas idéias após a entrevista. Terça-feira estou por aqui.
Abs,
yuri almeida

Lia Seixas 09:56  

Que bom, Yuri! Sinto como se um dos objetivos do blog tenha sido cumprido. Aguardo-o na terça. Abraço.

Nisia 00:08  

Bem interessante a entrevista, amiga. Vi na fala dele os limites da AD, pressentidos, e me surpreendi com os 5 gêneros - nossa, ainda estava no quarto gênero (jornalismo cidadão - desse ele não fala nesta parte da entrevista! vou ler a outra para ver se sai algo)- é mobilidade pura o objetoi de sua tese... beijo,

Lia Seixas 16:54  
Este comentário foi removido pelo autor.
Lia Seixas 16:57  

Pois é, Nisia, vc ponutou uma caraterística importante, a dinâmica das mudanças, que é paradoxal com a lentidão para a institucionalização.
Sobre a AD...realmente a gente tem que trabalhar.
beijo grande, obrigada pelo comentário!

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